INSTITUTO NÍCIA MACIEIRA

ensinando a construção do amanhã


          No dia 11 de maio o Instituto Nícia Macieira promoveu um Concerto Sinfônico pela Orquestra Rio Camerata regida pelo maestro Israel Menezes em comemoração ao sexagésimo aniversário de nossa escola, que contou com a participação do pianista André Torres (ex-professor de Música e Matemática de nossa escola) para os alunos, professores, pais, funcionários e amigos.
 

Programa do evento:

Abertura    - A Grande Fantasia sobre o Hino Nacional Brasileiro

J.S. Bach    –  Sinfonia da cantata 156

W.A.Mozart - Concerto para piano e orquestra nº 2

              Alegro spirituoso;Andante;Molto allegro

              Solista: André Torres

W.A.Mozart – Abertura de “Così fan tutte”

M.Ravel     – Bolero

J.Strauss    – Radetzky


     Foi um evento a altura de uma comemoração tão importante para a nossa escola. Aos artistas componentes da Orquestra, nossos agradecimentos por terem levado aos presentes momentos mágicos da música.


     A Direção da escola foi entrevistada por alunos de várias turmas, curiosos em saber como ocorreu sua fundação pela Prof Nícia Arantes Macieira e de seu esposo Joaquim Lopes Macieira. Os alunos pesquisaram e apresentaram os trabalhos com o apoio dos professores de Língua Portuguesa, História, Informática, Inglês e Educação Artística. Diante de tantas informações novas e curiosidades ouvidas, os alunos, sob orientação do professor Marcos Cortinovis (Redação) levaram lirismo ao tema "Escolha da Profissão" e produziram belíssimos poemas e um painel com a Linha do Tempo foi exposto na escola. Os alunos do 2º ao 5º anos criaram lindos desenhos  para a comemoração e o 7ºano pode expandir seu vocabulário em língua inglesa durante as aulas de Informática.


    Foram convidados ex-alunos para participarem desse momento festivo através de palestras. Foram momentos de muita emoção durante as entrevistas, pois eles falaram de suas experiências no tempo de colégio, sobre escolha de profissão e experiências de suas atuais atividades.

Agradecemos a todos que atenderam aos nossos pedidos.

Nossos convidados:
Nédio Nilo Porto Jr - administrador
Roberto Castro Real - zootecnista
Sérgio Trindade Rocha- administrador
Sandro Rocha - artista e diretor artístico
Cristiane Muzzi - fisioterapeuta
Leonardo Majdalani - professor de Matemática
Íris Milena - major da Polícia Militar
Alessandra Evangelista - médica
Walter Alexandre Aló - professor de História
Antonio F. Souza Neto - advogado
Daniel Santos Alves - mestre em Ciência da Computação
Pedro Dantas Macieira - militar cursando AMAN


Novas atividades estão sendo programadas para o segundo semestre!


 

 


 


Profissão

(Maria Júlia – T: 171)

 

 Mandaram-te escolher

Uma profissão

Então você pensou

E um dia imaginou

 

Talvez professor

Seja uma coisa de valor

Ou um trabalho de amor.

 

Um trabalho de valor

É ser professor

Ser o maior incentivador

E principalmente doar amor.

 

Professor tem amor

Professor tem valor

E o que não podemos fazer

É desrespeitar o professor.

 

Qual a minha profissão?

(Daniel Quintanilha – T: 173)

 

À vida toda me perguntam

Qual será minha profissão

Só não descobri ainda

Como vou tomar essa decisão.

 

Pensei em muitas coisas:

Médico, detetive ou piloto de avião.

São tantas opções

Que fiz uma confusão!

 

Acho que não tenho idade

Para decidir o que vou fazer

Por isso vou esperar

Até quando eu crescer.

 

Minha profissão

(Gabriel Araújo – turma 173)

 

Mandaram-me escolher

A minha profissão

Escolhi ser arquiteto

Com muita convicção.

 

Aprecio as formas diferentes

Rabiscar, desenhar,

Transformar linhas em figuras

Sem parar.

 

Pessoas, prédios,

Pontes, estradas

Estou sempre rabiscando

Na minha caminhada.

 

Um sonho de uma estrela

(Juliana Correa Soares – T:171)

 

Uma atriz eu quero ser

E novelas vou fazer

Todos vão me ver na TV

... Miley Cyrus vai me ver.

 

Aplausos eu vou ter

No Faustão vou aparecer

Com “a alegria da galera”

Tudo pode acontecer.

 

O sucesso vai chegar

Meu “glamour” vai aumentar

E carinhos eu vou dar

Quando tudo começar.

 

E a vida alegrar

Quando o mestre me aprovar

Com a sorte vou contar

Minha estrela vai brilhar.

 

Preciso achar

(Guilherme Peixoto – T: 171)

 

Preciso de um trabalho

Que seja perfeito

Fui a várias entrevistas

Mas ninguém me aceitou.

 

Passei dificuldades

Mas enfim eu consegui

Me tornei advogado

E consegui ser feliz.

 

Com meu futuro garantido

Cheguei a me casar

Comprei a minha casa

E lá fui morar.

  

Quando nasci

(Pedro Mesquita – T: 171)

 

Quando nasci

Pensei que a vida seria moleza

Mas agora percebi

Que é a maior dureza.

 

Hoje não penso em trabalhar

Quero ao estudo me dedicar.

 

O trabalho infantil é crime

Federal

Mas crianças pedem dinheiro até no

Natal.

 

Elas não vão para escola

Muitas ficam cheirando cola.

 

O estudo é o futuro

Do rico e do pobre

Pois é uma coisa muito nobre.

 

Quando eu for adulto

De médico quero trabalhar

Para as pessoas eu poder salvar.

 

Ou mesmo

Ser um grande escritor

Porque sou mesmo sonhador.

 

Mais importante que ganhar dinheiro

Como o povo diz

É amar o que faz

E ser feliz.

 

Médico, escritor, astronauta,

Advogado ou escritor

Tantas profissões a escolher

Um garoto sonhador.

 

Cozinheiro dos sonos

(Pedro Ramos Gonçalves – T: 173)

 

Já escolhi o que gostei

Para o meu futuro.

No caminho da minha vida

Não posso ficar em cima do muro.

 

Quero ser um super cozinheiro

Ser o cozinheiro do meu sonho

Estudar e trabalhar muito

Não é um futuro muito medonho.

 

Quero ser mestre cuca

Com tomate, cebola e manjericão

Meu futuro está certo

Com salada cheia de emoção.

 

Minha família sempre me dá seu amor

Com uma linda refeição na mesa

Mas no futuro, quando eu crescer

Serei eu que os darei uma bela sobremesa!

A emoção da minha profissão

(Henrique Jardim Cortinovis – T: 173)

 

Chegou a hora

Tenho que escolher a minha profissão

Vou perguntar aos meus amigos

Para ver se descubro minha vocação.

 

Perguntei à lua,

Me mandou varrer a rua.

Perguntei ao céu,

Ele disse: defenda um réu.

Perguntei ao coração,

E com essas palavras

Pode me dizer:

As emoções da vida você vai escrever.

 

Demorei um tempo

Mas as palavras do coração

Pude entender

Que quando eu crescer

Poeta vou ser.

 

A minha profissão

(João Pedro Trindade – T: 173)

 

Um dia parei para pensar

O que realmente eu queria ser

Quando crescer

Onde eu iria trabalhar.

 

Pensei em jogador

Só não sabia de que.

Talvez vôlei, ou até futebol

Mas não consegui decidir

 

Olhei para o céu

Vi um avião

Fiquei interessado

Muito animado.

 

No computador, olhei um avião

E fui fazer um desenho

Então eu percebi

Como foi bom meu desempenho.

 

Agora estava em dúvida

Desenho ou avião?

Que tarefa difícil

Não foi fácil, não.

 

Pesquisei sobre engenharia

Porque gosto de desenho

Vi que era legal

E como poderia ser bom.

 

Tarefa concluída

Profissão escolhida

Agora é só estudar

E não parar para pensar.

 

Bióloga Marinha

(Beatriz Macieira - T:173)

 

Quando eu crescer

Bióloga marinha quero ser.

 

Pelo fundo do mar

Vou me apaixonar

Para a vida marinha estudar.

 

Depois de me formar

Vou trabalhar até me cansar

Para a vida marinha ajudar.

 

 

 

O que serei?

(Iuryck – T: 173)

 

Todos nascem com um destino

Qual ninguém sabe.

Mas todos pensam quando pequenos

Tanto que no cérebro não cabe.

 

De polícia ou bombeiro,

Salvador ou justiceiro

E que confunde mais,

Será que serei uma pessoa e nada mais.

 

Vamos crescendo

Vamos aprendendo.

Quando menos se espera

Surge uma ideia.

 

Essa ideia vira fonte

Para construir uma ponte

Entre o estudo e o destino... vários pedágios

Como engenharia ou medicina.

 

Escolha, estude, dedique-se

Porque se crer de montão

Nada vai piorar

Não vai não.

 

Várias vias, uma decisão

(Amanda Dias Vieira –T: 173)

 

A primeira profissão que eu quis

Não era tão comum de se ver por aí

Eu queria mesmo ser atriz

Mas foi apenas um sonho... desisti.

 

Depois me veio a vontade de ser cantora

A pirataria, a crise das gravadoras

Vi que tudo era contra

Não demorou muito

Para que eu quisesse ser professora.

Achei que era dureza

E logo parti para outra

Meu sonho, então,

Era me tornar apresentadora.

 

No fundo, há mil escolhas pela frente

Um bando de opções

Indo e vindo em minha mente

Mas ainda fica a pergunta:

O que eu vou ser quando crescer?

Ah! Só depois é que irei escolher!

 

A profissão da minha vida

(Thiago Cassano L. Julião – T: 173)

 

Meus pais me pediram

Para escolher uma profissão.

Depois de uma certa idade pensei

Como toda criança, bombeiro, por que não?

 

Com fogo eu não queria trabalhar

Mas pessoas, eu queria ajudar.

Fiquei perdido, não sabia o que fazer,

Então, em revistas e jornais, tentei me resolver.

 

Me interessei por Engenharia Naval

Porque gosto de barcos e do mar

Sabia assim, poderia ajudar

As pessoas a navegar.

 

Já sei qual será minha profissão

Vou avançar em minha dedicação

Para ter um futuro de campeão.


 

 

 


 

 

 

 

 


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